ALCATÉIA II
(atualmente desativada)
História de São Francisco de Assis
Padroeiro dos Lobinhos
Giovanni Francesco de Bernardone, filho de rico mercador de
tecidos, Pietro di Bernardone, nasceu em Assis, na Úmbria, em 1211.
Estudou na escola da igreja de S. Jorge, e além de ler e escrever
latim, aprendeu francês e a literatura dos trovadores.
Adolescente rico, participava da juventude desocupada e turbulenta
da cidade, mas sem transviar-se em grandes lapsos morais. Aos
21 anos participou da guerra entre Assis e Perúgia. Foi
aprisionado e, ao conseguir a liberdade, estava seriamente doente. 
Foi, nessa ocasião, levado a ler o evangelho de S. Mateus e a
meditar profundamente sobre o sentido da vida e da morte.
Curado, quando ia continuar sua carreira militar, juntando-se às
tropas de Walter de Brienne, em Espoleto, teve uma visão que
transforma sua vida, iniciando um período de experiências
espirituais, procurando viver conforme os ensinamentos de Jesus.
Volta para Assis e entrega-se à solidão e à prece; numa gruta
próximo a Assis tem uma visão de Cristo; sentindo que é como o
“jovem rico” descrito no evangelho, resolve fazer uma experiência de
pobreza; vestindo de trapos, junta-se a uma peregrinação de pobres
que vão a Roma, vivendo todo o tempo de esmolas; nesta ocasião faz o
voto de nunca negar auxílio a um pobre que pedisse, o que cumpre à
risco, interrompendo qualquer serviço para atender a um pobre ou
dando ao mendigo até mesmo a sua capa; dando esmola a um leproso, e
sentindo repugnância, vence-se a si mesmo beijando a mão do doente.
Na igreja de S. Damião, que está em ruínas, em intensa meditação
ouve o comando do Crucificado que está sobre o altar: “Vai Francisco
e reconstrói minha casa”. Compreendendo esta ordem ao pé da
letra, tira peças de fazenda da loja do pai e galopa para Feligno,
onde vende por qualquer preço fazendas e cavalo. Procura
entregar na volta o dinheiro ao Cura de S. Damião, que ao saber da
origem do dinheiro, o devolve ao pai de Francisco. Furioso com
a “loucura de Deus” que se apossou de seu filho, Pietro di
Bernardone primeiro o encarcera em casa, mas não consegue com
conselhos, propostas, ameaças e castigos físicos vencer a
impassibilidade, o obstinado mutismo e o completo jejum do rapaz.
Desesperado, entrega o filho às autoridades civis, denunciando-o
como ladrão das peças de fazenda; a todas as acusações e
interrogatórios, Francisco “não responde palavra alguma”, de modo
que as autoridades sem saber que decisão tomar, mas sabendo que
havia no caso aspectos religiosos, convencem Bernardone a levar o
filho a ser interrogado pelo Bispo.
Lá diante de qualquer acusação, diante do atônito Bispo, Francisco
se coloca nú, conservando apenas sobre a pele sangrenta o cilício de
crinas e pontas de arame que usava como penitência, e disse ao pai,
entregando-lhe todas as roupas: “Devolvo-lhe tudo o que é seu.
Até agora chamei-o de meu pai na terra. Mas de agora em diante
só tenho um pai e posso dizer com verdade – Pai nosso que estais no
céu”. Separava-se o filho de seu pai, mostrando amar mais a
Deus do que aos genitores. O Bispo deu-lhe uma capa de
estamenha para cobrir-se e Francisco foi viver na floresta no monte
Sunábio, renunciando à vida de família e aos bens materiais para
abraçar uma vida de pobreza. Com as esmolas e seu trabalho
pessoal reconstrói, sucessivamente, a Igreja de S. Damião, a capela
de S. Pedro Apóstolo e a Capela de Santa Maria dos Anjos, a
Porciuncula, na planície abaixo de Assis.
Em 24 de fevereiro de 1208, festa de S. Matias, ouve como uma
revelação as palavras do evangelho de S. Mateus: “Não deveis possuir
nem ouro nem prata, nem ter dinheiro nas vossas cintas, nem alforje
para o caminho, nem duas túnicas, nem calçado, nem bordão; porque o
operário é digno de seu alimento. Em cada cidade ou aldeia em
que entrardes, informai-vos de quem há nela digno, e ficai lá até
que vos retireis”. 
Reconheceu claramente que esta era a regra que Deus lhe dava para
observar e terminada a missa, tira os sapatos, distribui aos pobres
as poucas moedas que possuía e começa a viver totalmente sua regra
de pobreza apostólica. Começa a pregar por toda a parte a
necessidade de penitência, com tal eloqüência que pecadores se
convertem e alguns discípulos se juntam a ele nessa simples regra de
vida. Quando já eram 12 os discípulos, tal como Jesus manda-os
pelas aldeias e cidades para pregar penitência, preparando-os com a
leitura do evangelho de S. Mateus (Sermão da Montanha, V, VI, VII;
Instruções aos apóstolos, X). Recordou as palavras do
Salmista: “Entrega ao Senhor os teus cuidados e ele te sustentará” e
deu-lhes também uma simples regra de vida por ele composta.
Quando voltaram de suas missões, foi com eles ao Papa para suplicar
a aprovação da regra e a constituição de uma Ordem. Inocêncio
III recebeu-os bondosamente, mas achando que esta organização
simples e primitiva era mais uma fraternidade que uma ordem
monástica e a regra de vida a que se propunham era bastante difícil
de ser praticada. Mas atendendo as súplicas de Francisco e
seus companheiros, deu, de boca, uma aprovação provisória, tornou-os
membros da Ordem dos Frades Menores clérigos e eles elegeram
Francisco como Superior; Francisco prometeu obediência ao Papa e os
outros prometeram obediência a Francisco, em 1209.
Na sua volta a Assis, os irmãos menores obtiveram da Abadia
Beneditina do Monte Sunábio o uso de pequenina capela de S. Maria
dos Anjos, a Porciuncula. Em torno os frades construíram para
si cabanas de galhos e ramos, mas não tinham vida sedentária ou
contemplativa; percorriam aos pares o campo, com roupas grosseiras
de camponeses, trabalhando para ganhar sua alimentação diária,
dormindo em celeiros, sob as árvores, ou nas portas das igrejas,
misturados com trabalhadores e pobres, leprosos e vagabundos, a
todos pregando Cristo e procurando converter. O objetivo do
movimento era a imitação da vida evangélica e muito especialmente, a
pobreza da vida de Jesus. Não deviam possuir os frades, nada,
absolutamente nada, até o ponto em que isto fosse possível com a
vida. Deviam ganhar o pão de cada dia com trabalho de suas
mãos, e só mendigar quando não pudessem trabalhar; não deviam
guardar provisões para amanhã, não fazer estoque, não acumular
capital, não possuir terra. Ninguém até hoje procurou, como
Francisco, imitar, tão seriamente, a vida de Cristo e realizar, tão
ao pé da letra, o trabalho de Cristianização pelos próprios métodos
de Cristo. Esta é a principal característica do espírito de
São Francisco, sendo traços secundários o amor à pobreza, o pregador
itinerante, o assistente social e o amante da natureza.
Ele considerava toda a natureza como o espelho que reflete a glória
de Deus; no “Cântico das Criaturas” chama de irmãos e irmãs o Sol, a
Lua, o Vento, a Água e, até a “Irmã Morte”. Pedia perdão ao
“Irmão Asno” – seu corpo – por sofrer tanto com suas penitências.
Mas, acima de tudo, ele tinha um sentido profundo da fraternidade de
todas as criaturas humanas como filhos de Deus, e considerava que
“não seria amigo de Cristo se não tratasse com carinho aqueles por
quem Cristo morreu”.
Dizem as lendas que, quando o povo não queria ouvi-lo, ele ia
pregar aos pássaros, aos peixes, aos animais da floresta; quando um
lobo andava dizimando os rebanhos de Gubbio e atacando seus
habitantes, Francisco foi procurar o “Irmão Lobo” e convenceu-o a
tornar-se doméstico, alimentando-se com o que lhe fosse dado pela
caridade dos habitantes.
O número de irmãos crescia sempre extraordinariamente e o campo de
trabalho se espalhou primeiro pela Úmbria, Perugia, Cortono, Pisa,
Toscania e toda a Itália; depois passou para a Alemanha, França,
Espanha e Hungria.
Em 1212 Francisco inicia a sua Segunda Ordem, para Freiras, dando o
hábito a uma nobre dama de Assis que se tornou Santa Clara. Na
primavera de 1212, parte para a Terra Santa mas um naufrágio no
Adriático o faz voltar. Um ou dois anos depois, a doença o faz
abandonar uma viagem para pregar aos Mouros da Espanha. Em
1217 que rir a França mas o Cardeal Ugolino (futuro Papa Gregório
IX), protetor oficial da Ordem, acha que ele não pode se afastar da
direção da Ordem. Em 1219 ele vai para o Egito onde os
Cruzados estão sitiando Damieta e, com o Irmão Iluminato, vai ao
campo dos Sarracenos, prega ao Sultão, que impressionado, deu-lhe,
conforme diz a tradição, licença para visitar a Terra Santa.
Porém, distúrbios entre os irmãos e os dois vigários que Francisco
tinha deixado para substituí-lo fizeram com que voltasse
precipitadamente, e convocasse um Capítulo Geral extraordinário.
Em 1221, Francisco cria a sua Ordem Terceira dos Irmãos e Irmãs da
Penitência, uma fraternidade leiga que, sem votos religiosos, se
compromete seguir os princípios da vida franciscana. Quando o
Capítulo se reuniu, Francisco reconhecendo que não tinha habilidade
para dirigir uma Ordem Mundial, abdicou do posto de Ministro Geral
designando Pedro Catani como vigário, e um ano depois, por morte
deste, Elias de Cortona, provincial da Síria, que foi quem tornou os
Frades Menores uma das maiores Ordens religiosas. Logo depois
disso, se dá a aprovação oficial da Ordem dos Frades Menores em
1223, decretando também que haverá um ano de noviciado antes da
profissão de fé e que os votos são eternos.
Francisco se afasta de toda a vida social e, na montanha, quando no
retiro de Alverno se prepara par festa da Assunção de Nossa Senhora
e para o dia de S. Miguel com um jejum de 40 dias, pede a Deus que
lhe mostre como melhor servi-lo e três vezes abrindo os evangelhos
para resposta, cai nas referências à paixão de Cristo. Tem uma
grande visão de Cristo crucificado na festa da Exaltação da Cruz (14
de Setembro) em seu corpo apareceram as cinco chagas de Cristo, que
durante a sua vida ele procurou ocultar mas que se tornaram
conhecidas de todos após a sua morte, em Porciuncula, em 3 de
Outubro de 1226, após dois anos de dores constantes e quase
totalmente cego. Segundo o Irmão Leão, confessor e companheiro
do Santo, S. Francisco morto parecia alguém que tivesse acabado de
ser tirado da cruz, nu, de braços abertos, no chão da Porciuncula.
Foi canonizado em 1228 e sua festa marcada para 4 de Outubro.
É o Santo Patrono da Itália. Seu amor à natureza, suas lendas
sobre a pregação aos animais e a conversão do lobo de Gubbio,
fizeram com que fosse, na Itália e na França, aclamado como o Santo
Patrono dos Lobinhos.
Senhor !
Fazei de mim um instrumento da tua paz!
Onde houver ódio – fazei que eu leve amor
Onde houver ofensa – que eu leve o perdão
Onde houver discórdia – que eu leve a união
Onde houver dúvidas – que eu leve a fé
Onde houver erros – que eu leve a verdade
Onde houver desespero – que eu leve a esperança
Onde houver tristeza – que eu leve a alegria
Onde houver trevas – que eu leve a luz
Ó Mestre!
Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado
Compreender, que ser compreendido
Amar, que ser amado
Pois:
É dando que se recebe,
É perdoando que se é perdoado
E é morrendo que se vive para a Vida Eterna
Nossa história:
A Alcatéia II foi fundada em 12 de Agosto de 1983, e sua primeira
Akelá foi a Escotista Maria Vicente Duarte Espósito - IM .Pela
Alcatéia 2 passaram vários Escotistas, que não poderíamos deixar de
mencionar:
Akelá
Célia Marina Vicente Duarte Espósito
foi a fundadora da Alcatéia II, depois Akelá Lenira de
Abreu Pimenta, Akelá Constance e de volta
Akelá Lenira de Abreu Pimenta de 01/01/93 a 31/03/94.
Akelá Antonio Conceição Alves da Silva (Toninho) de 31/03/94
a 31/08/95.
Akelá Élides de 31/08/95 a 31/12/95
Akelá Beatriz Campos Moura Freire (Bia) de 01/03/1996 a Maio 2003
Akelá Viviane Ruas Sabino - 2003 - Maio 2003
Assistente Tiago Ruas Sabino -
Até o ano de 1994, a Alcatéia era masculina. Por iniciativa do
Akelá Toninho e aprovação do G.E., a partir de 1995,
tornou-se Alcatéia mista.
Sua primeira Lobinha foi a Mariana de Campos Moura Freire, hoje
Pioneira do Clã Misto , que foi escoteira da Patrulha
Escórpius, guia/Monitora da Patrulha Kaingang e foi da Matilha
Vermelha, que com apenas 06 anos e meio já estava as voltas com as
atividades, juntamente com os meninos.
A aceitação a princípio foi um pouco difícil, mas logo se
acostumaram com a presença das meninas que pouco a pouco
conquistaram a todos, e hoje a convivência gira na perfeita ordem e
união. 
Alguns Escoteiros e Seniores que
fizeram parte da Alcatéia II :
Gerson - Matilha Amarela, chegou a Escoteiro e Sênior
Thiago Completo - Matilha Marrom, chegou a Escoteiro,
Sênior e Pioneiro
Thiago Nunes - Matilha Branca, chegou a Escoteiro e Sênior
Alex - Matilha Amarela, Escoteiro da Tropa II
Matheus Simões de Campos Moura Freire - Primo da
Matilha Marrom, escoteiro da Tropa I, Monitor da
Patrulha Lobo, Sênior da Tropa Brucutu, Monitor da Patrulha
Sangaba atualmente encerrando suas atividades como Pioneiro do Clã
Misto Morvan e passando para uma nova jornada em sua vida : A
Escotista do Ramo Sênior.
Rodrigo Gonçalves Fagá - Matilha Vermelha,
Escoteiro da Tropa I, Patrulha Lobo, Sênior da Tropa Brucutu,
Patrulha Sangaba e hoje, Pioneiro no Clã Morvan
Mauro Regis da Silva - Matilha Marrom, Escoteiro da Tropa I,
Patrulha Leão
Ricardo Proença - Matilha Marrom,
Escoteiro da Tropa I, Patrulha Touro
Rodrigo Completo de Carvalho - Matilha Amarela,
Escoteiro da Tropa I, Patrulha Leão
Nathália - Matilha Branca,
Escoteira da Tropa Feminina, Patrulha Phoenix
Gabriele Sessa Juarez - Matilha Branca,
Escoteira da Tropa Feminina. Patrulha Phoenix
Nadja - Matilha Marrom,
Escoteira da Tropa Feminina, Patrulha Taurus
João Felipe Scarpelini - Matilha Marrom,
Escoteiro da Tropa II, Patrulha Raposa
Giulio Giacomo G. Pinotti - Matilha Marrom,
Escoteiro da Tropa I, Patrulha Leão
Felipe Rodrigues Moreira Pinto – Matilha Vermelha,
Escoteiro da Tropa II, Patrulha Raposa.
Laila Mancila Daghastanl – Matilha Vermelha,
Escoteira da Tropa Feminina, Patrulha Taurus.
Érika - Matilha Vermelha,
Escoteira da Tropa Feminina, Patrulha Escórpius
Mayara – Matilha Amarela,
Escoteira da Tropa Feminina, Patrulha Escórpius
Alguns Chefes que passaram pela Alcatéia II, como Lobinhos:
Paulo Sérgio Marques Junior, Chefe da Tropa I , hoje Diretor
Presidente do Morvan
Silmar Rodrigues Batista da Silva,
Assistente da Tropa Sênior.
Siloé Macedo dos Santos,
Chefe da Tropa Sênior , Assistente Alcatéia II , Assistente
Tropa de Guias e hoje Mestre Pioneiro do Clã Morvan
Tivemos também o apoio de alguns Pioneiros, que os lobos
carinhosamente colocaram os nomes:
Chill -
Pioneiro Marcelo Sessa Juarez
Hatthi - Pioneiro Thiago
Raksha - Pioneira Patrícia Maria de Lacerda Braga,
Bagheera – Pioneiro Marcelo Rebola
De 01/03/92 em diante a Alcatéia II, teve os seguintes assistentes
:
Akelá Constance
Chill Toninho C. Alves
Silva
Kaa Anita C. Silva
Baloo Letícia
Akelá
Lenira de Abreu Pimenta
Chill Toninho C.
Alves Silva
Baloo Paulino Afonso Filho
Bagheera Eliana Coelho
Akelá
Toninho C. Alves Silva – 1994
Baloo Paulino Afonso
Bagheera Eliana Coelho
Akelá
Toninho C. Alves Silva – 1995
Bagheera Élides
Chill Paulo
Sérgio
Raksha Beatriz (Bia)
Kaa Darlene
Akelá
Élides – 1996
Chill Paulo Sérgio
Raksha Beatriz
Kaa Darlene
Bagheera Margareth
Akelá
Beatriz Simões Campos Moura – 1996
Baloo Élides
Kaa
Darlene
Bagheera Margareth
Lobo Gris Silvio Luiz Siqueira
Akelá
Beatriz – 1998
Kaa
Viviane Seoane
Baloo
Arlete Alfaro Romero
Lobo Gris Francisco, hoje Akelá da Alcatéia III
Raksha Pioneira
Patrícia
Hatthi
Pioneiro Thiago
Chill
Pioneiro Marcelo Sessa
Akelá Beatriz – 1999
Kaa Viviane
Seoane
Baloo Tenente Pinho
Chill Marcelo Rebola
Raksha Pioneira Patrícia Maria
Hatthi Pioneiro Thiago
Akelá Beatriz - 2000
Kaa - Vivane
Baloo - Mauricio
Chill - Carlinhos
Bagheera - Nivea
Raksha - Karen
Akelá Beatriz - 2001 e 2002
Kaa - Viviane
Baloo - Siloé
Assistentes : Rosane e Aida
Akelá Beatriz - 2003
Kaa - Viviane
Baloo - Siloé
Assistente - Aida
ALCATÉIA II - NOSSA HISTÓRIA MAIS RECENTE
A Alcatéia 2, foi composta nestes
anos por 6
Escotistas e 23 Lobinhos.
Akelá - Beatriz de
Campos Moura Freire (Bia) - CB - 1996
Kaa
- Viviane Ruas Sabino - CB - 1998
Baloo - Mauricio
Xavier - CP - 1999
Raksha - Karen Rodrigues Souto - CP - 1999
Chill -
Carlos Henrique Cabral - CP -
2000
Bagheera - Nívea Maria Bezerra - CP - 2000

Da
direita pra esquerda, atrás : Chill Carlinhos e Akelá Beatriz, na
frente Kaa Viviane, Baloo Mauricio, Rkasha Karen e Bagheera Nívea.
Os integrantes mais importantes da nossa Alcatéia:
nossos Lobinhos!
Composição da Alcatéia II no ano de 2000
Matilha Vermelha
Giovani Pietro Gabriel Pinotti
Luana Santos Cabral - hoje guia da Tropa Ula
Anderson Josson da Silva - hoje Sênior da Tropa Brucutu
Nahtalia Bortolini de Castro
Kader Chafic M. Daghastanl
Matilha Branca
Mauricio Pousada Betim Paes Leme
Pedro Casali Guedes
Victoria Bohrer Antonio
Bruna Ap. Martins de Melo
Karoline Ferreira Dantas da Silva
Luiz Gustavo Barsottini Pinto
Matilha Amarela
Priscila de Oliveira Xavier
Julia Casali Guedes
Daniel de Castro
Caio José Cuntiere
Marcus Vinicius Ferreira D. da Silva
Adriane Moreira Pinto de Araújo
Matilha Marrom
Magno Giangiulio de Godoy
Giovanna Romiti de Oliveira
Carlos Henrique da Silva Carpi
Arthur Josson da Silva - hoje Sênior da Tropa Brucutu
Marília Barbosa Barros
Vinicius Monteiro Pedroso - hoje Sênior da Tropa Brucutu
HISTÓRICO - ALCATÉIA 2
A partir de 1995, a Alcatéia 2 realizou grandes
Acantonamentos, Excursões, Jantar Festivos, e outros tantos eventos
que foram de grande importância para o desenvolvimento das Etapas de
Formação dos nossos Lobos. Como sempre foram muito apreciadas, com a
adesão completa dos Lobos e apoio de seus pais!
Registramos alguns dos Acantonamentos feitos neste período:
-Acantonamento ao Sitio da Criança – Mairiporã – Serra da Cantareira
Fomos por 3 anos seguidos
-Acantonamento na Colônia de Férias do Sindicato dos Conferentes
-Acantonamento na Colônia de Férias da Prodesan – Bertioga c/ as
outras duas Alcatéias.
-Acantonamento da Cidade da Criança – Mongaguá
-Acantonamento em Pedro de Toledo, juntamente com as outras duas
Alcatéias.
-Acantonamento na Caverna do Diabo – Eldorado
-Acantonamento em Musácea – Pedro de Toledo
-Acantonamento em Camburi – Litoral Norte
-Acampamento 2º B.C. – São Vicente – acampamos por 4 vezes, sempre a
pedido dos Lobos..., a integração com pessoal do quartel é perfeita.
E desta última vez, fizemos um acampamento que era um sonho de dois
chefes: Akelá Bia e Chefe Paulo Sérgio: o 1º Acantrotéia,
acantonamento da Alcatéia II e Tropa I.
Excursões:
Jardim Botânico de Santos
Forte dos Andradas, juntamente com as outras duas Alcatéias
Corpo de Bombeiros, com demonstrações de combate ao fogo
Museu de Pesca
Fortaleza da Barra e Sede Náutica do Clube Saldanha da Gama
Ilha das Palmas
Parque Ecológico de São Vicente
Parque Cotia Pará
Parque Estadual da Serra do Mar, com trilha e monitores
Zoológico de São Paulo
Estação Ciências de São Paulo
Jardim Botânico
Jantar Festivos:
Noite Italiana
Noite Árabe
Noite Japonesa
Festa de Aniversário
Outras Atividades :
Noite do Pijama
Noite do Ridículo
Atividades Regionais em que a Alcatéia II participou
Roca do Conselho
Rally do Lobinho
Ano 2004/2005/2006.
As mudanças de bairro que o Grupo passou, em 1995 (A.A. Portuguesa Santista - Bairro de Vila Mathias), 1997 Colégio Docas (Bairro do Macuco) e 2006 Colégio Sedes Sapientiae (Bairro de Aparecida) influenciaram diretamente no efetivo do Grupo, principalmente nas Alcatéias, diminuindo sensivelmente seus membros. Somados a outros problemas que incidiram na mesma época, houve a necessidade que as Alcatéias passassem a fazer suas atividades juntas. Em 2004, primeiramente as Alcatéias 1 e 2 e, em 2006, as 3 Alcatéias foram unidas, a título provisório.



